AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOOOR
AMOOOOOOOR
AMOOOOOR
AMOOOOR
AMOOOR
AMOOR
AMOR
AMO
AM
A
D
DO
DOR
DOOR
DOOOR
DOOOOR
DOOOOOR
DOOOOOOR
DOOOOOOOOR
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Segunda-Feira
Amada ou Odiada?
Eis a nossa Segunda, dia em que as pessoas se lamentam pelo fim de semana que passou
Mas vejam o lado bom..
Hoje não tem Domigão do Faustão..
A senhora da esquina acorda cedo outra vez para levar os netos ao colegio
O Padre prepara a missa... O Professor o Sermão
Uns nascem outros morrem
Quantas segundas-feiras ainda haverão?
Sei que esse nome não passa de uma convensão,
mas é de segunda em segunda, que tudo passa,
Pessoas vão ao cabelereiro outras compram pão,
Uns cortam os pulsos outros fazem sua oração
Quantas Segundas Feiras ainda haverão?
Eis a nossa Segunda, dia em que as pessoas se lamentam pelo fim de semana que passou
Mas vejam o lado bom..
Hoje não tem Domigão do Faustão..
A senhora da esquina acorda cedo outra vez para levar os netos ao colegio
O Padre prepara a missa... O Professor o Sermão
Uns nascem outros morrem
Quantas segundas-feiras ainda haverão?
Sei que esse nome não passa de uma convensão,
mas é de segunda em segunda, que tudo passa,
Pessoas vão ao cabelereiro outras compram pão,
Uns cortam os pulsos outros fazem sua oração
Quantas Segundas Feiras ainda haverão?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
MONTANHAS
Vindo do alto da Montanha o Sol ainda bate em meus olhos
Havia um pouco de neve lá em cima, mas agora é primavera e o ovalho já se foi, vendo o mundo daqui de cima, tudo parece tão calmo e os problemas não mais existem.
Essa Montanha já viu esse por do sol diversas vezes , ela e o Sol devem rir da vida humana... Todos correndo sem parar buscando coisas que um dia vão passar
E as Montanhas sempre em pé a olhar o Sol todas as manhãs
As Montanhas, o Sol, enfim o Universo continuará e a hipocrisia um dia acabará assim como toda a humanidade
Bem fazer o que amanhã vou viver mais um dia, mais um dia....
Havia um pouco de neve lá em cima, mas agora é primavera e o ovalho já se foi, vendo o mundo daqui de cima, tudo parece tão calmo e os problemas não mais existem.
Essa Montanha já viu esse por do sol diversas vezes , ela e o Sol devem rir da vida humana... Todos correndo sem parar buscando coisas que um dia vão passar
E as Montanhas sempre em pé a olhar o Sol todas as manhãs
As Montanhas, o Sol, enfim o Universo continuará e a hipocrisia um dia acabará assim como toda a humanidade
Bem fazer o que amanhã vou viver mais um dia, mais um dia....
Monotonia
Ja faz um bom tempo que me sinto vazio por drento, a razão dominou minha vida, hoje penso muito e amo pouco.
Sinto falta da minha adolescncia as vezes, sei que me ferrei por ser mais impulsivo aquela época, mas só queria agir daquela forma de novo.
Hoje penso tanto e não faço nada, por que esse medo da vida?
Me sinto como aquele boneco de lata que perdeu o coração, mas eu sei que um dia vou sentir-lo de novo lá no fundo do peito dizendo:
- Estou aqui ainda....
Sinto falta da minha adolescncia as vezes, sei que me ferrei por ser mais impulsivo aquela época, mas só queria agir daquela forma de novo.
Hoje penso tanto e não faço nada, por que esse medo da vida?
Me sinto como aquele boneco de lata que perdeu o coração, mas eu sei que um dia vou sentir-lo de novo lá no fundo do peito dizendo:
- Estou aqui ainda....
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Assasinos?
As vezes matamos as pessoas drento de nós.
Fazemos com que as lembranças delas comecem a agonizar, como um assasino frio faz com suas vitimas.
Fazemos isso todos os dias!
Sinceramente, quantos eu já matei hoje, quantos eu matarei amanhã?
E ainda, quantas pessoas já me mataram em suas conciências, em quantas conciências já estou enterrado?
Se pessoas existem ou não no nosso mundo, eis uma escolha que fazemos todos os dias!
Fazemos com que as lembranças delas comecem a agonizar, como um assasino frio faz com suas vitimas.
Fazemos isso todos os dias!
Sinceramente, quantos eu já matei hoje, quantos eu matarei amanhã?
E ainda, quantas pessoas já me mataram em suas conciências, em quantas conciências já estou enterrado?
Se pessoas existem ou não no nosso mundo, eis uma escolha que fazemos todos os dias!
sábado, 14 de maio de 2011
Parabola de Kafka
Confesso que não sou um leitor de Kafka , na maior parte das vezes olhei com desconfiança as obras de Kafka, simplismente por elas estarem em momento "pop". Hoje pelo contrário, fiquei muito interessado em ler alguns de seus livros, está manhã li uma Parabola sua em um livro de Filosofia para Ensino Médio. Quando terminei de ler isso senti um frio na espinha!
Leiam ,talvez vcs também sentirão!
Diante da Lei
Diante da lei está um porteiro. Um homem do campo chega a esse porteiro e pede para entrar na lei. Mas o porteiro diz que agora não pode permitir-lhe a entrada. O homem do campo reflete e depois pergunta se então não pode entrar mais tarde.
- É possível – diz o porteiro. – Mas agora não.
Uma vez que a porta da lei continua como sempre aberta e o porteiro se põe de lado o homem se inclina para olhar o interior através da porta. Quando nota isso o porteiro ri e diz:
- Se o atrai tanto, tente entrar apesar da minha proibição. Mas veja bem: eu sou poderoso. E sou apenas o último dos porteiros. De sala para sala porém existem porteiros cada um mais poderoso que o outro. Nem mesmo eu posso suportar a simples visão do terceiro.
O homem do campo não esperava tais dificuldades: a lei deve ser acessível a todos e a qualquer hora, pensa ele; agora, no entanto, ao examinar mais de perto o porteiro, com o seu casaco de pele, o grande nariz pontudo, a longa barba tártara, rala e preta, ele decide que é melhor aguardar até receber a permissão de entrada. O porteiro lhe dá um banquinho e deixa-o sentar-se ao lado da porta. Ali fica sentado anos e anos. Ele faz muitas tentativas para ser admitido e cansa o porteiro com os seus pedidos. Às vezes o porteiro submete o homem a pequenos interrogatórios, pergunta-lhe a respeito de sua terra natal e de muitas outras coisas, mas são perguntas indiferentes, como as que os grandes senhores fazem, e para concluir repete-lhe sempre que ainda não pode deixá-lo entrar. O homem, que havia se equipado com muitas coisas para a viagem, emprega tudo, por mais valioso que seja, para subornar o porteiro. Com efeito, este aceita tudo, mas sempre dizendo:
- Eu só aceito para você não julgar que deixou de fazer alguma coisa.
Durante todos estes anos o homem observa o porteiro quase sem interrupção. Esquece os outros porteiros e este primeiro parece-lhe o único obstáculo para a entrada na lei. Nos primeiros anos amaldiçoa em voz alta e desconsiderada o acaso infeliz; mais tarde, quando envelhece, apenas resmunga consigo mesmo. Torna-se infantil e uma vez que, por estudar o porteiro anos a fio, ficou conhecendo até as pulgas de sua gola de pele, pede a estas que o ajudem a fazê-lo mudar de opinião. Finalmente sua vista enfraquece e ele não sabe se de fato está ficando mais escuro em torno ou se apenas os olhos o enganam. Não obstante reconhece agora no escuro um brilho que irrompe inextinguível da porta da lei. Mas já não tem mais muito tempo de vida. Antes de morrer, todas as experiências daquele tempo convergem na sua cabeça para uma pergunta que até então não havia feito ao porteiro. Faz-lhe um aceno para que se aproxime, pois não pode mais endireitar o corpo enrijecido. O porteiro precisa curvar-se profundamente até ele, já que a diferença de altura mudou muito em detrimento do homem:
- O que é que você ainda quer saber? – pergunta o porteiro. – Você é insaciável.
- Todos aspiram à lei – diz o homem. – Como se explica que em tantos anos ninguém além de mim pediu para entrar?
O porteiro percebe que o homem já está no fim e para ainda alcançar sua audição em declínio ele berra:
- Aqui ninguém mais podia ser admitido, pois esta entrada estava destinada só a você. Agora eu vou embora e fecho-a.
Leiam ,talvez vcs também sentirão!
Diante da Lei
Diante da lei está um porteiro. Um homem do campo chega a esse porteiro e pede para entrar na lei. Mas o porteiro diz que agora não pode permitir-lhe a entrada. O homem do campo reflete e depois pergunta se então não pode entrar mais tarde.
- É possível – diz o porteiro. – Mas agora não.
Uma vez que a porta da lei continua como sempre aberta e o porteiro se põe de lado o homem se inclina para olhar o interior através da porta. Quando nota isso o porteiro ri e diz:
- Se o atrai tanto, tente entrar apesar da minha proibição. Mas veja bem: eu sou poderoso. E sou apenas o último dos porteiros. De sala para sala porém existem porteiros cada um mais poderoso que o outro. Nem mesmo eu posso suportar a simples visão do terceiro.
O homem do campo não esperava tais dificuldades: a lei deve ser acessível a todos e a qualquer hora, pensa ele; agora, no entanto, ao examinar mais de perto o porteiro, com o seu casaco de pele, o grande nariz pontudo, a longa barba tártara, rala e preta, ele decide que é melhor aguardar até receber a permissão de entrada. O porteiro lhe dá um banquinho e deixa-o sentar-se ao lado da porta. Ali fica sentado anos e anos. Ele faz muitas tentativas para ser admitido e cansa o porteiro com os seus pedidos. Às vezes o porteiro submete o homem a pequenos interrogatórios, pergunta-lhe a respeito de sua terra natal e de muitas outras coisas, mas são perguntas indiferentes, como as que os grandes senhores fazem, e para concluir repete-lhe sempre que ainda não pode deixá-lo entrar. O homem, que havia se equipado com muitas coisas para a viagem, emprega tudo, por mais valioso que seja, para subornar o porteiro. Com efeito, este aceita tudo, mas sempre dizendo:
- Eu só aceito para você não julgar que deixou de fazer alguma coisa.
Durante todos estes anos o homem observa o porteiro quase sem interrupção. Esquece os outros porteiros e este primeiro parece-lhe o único obstáculo para a entrada na lei. Nos primeiros anos amaldiçoa em voz alta e desconsiderada o acaso infeliz; mais tarde, quando envelhece, apenas resmunga consigo mesmo. Torna-se infantil e uma vez que, por estudar o porteiro anos a fio, ficou conhecendo até as pulgas de sua gola de pele, pede a estas que o ajudem a fazê-lo mudar de opinião. Finalmente sua vista enfraquece e ele não sabe se de fato está ficando mais escuro em torno ou se apenas os olhos o enganam. Não obstante reconhece agora no escuro um brilho que irrompe inextinguível da porta da lei. Mas já não tem mais muito tempo de vida. Antes de morrer, todas as experiências daquele tempo convergem na sua cabeça para uma pergunta que até então não havia feito ao porteiro. Faz-lhe um aceno para que se aproxime, pois não pode mais endireitar o corpo enrijecido. O porteiro precisa curvar-se profundamente até ele, já que a diferença de altura mudou muito em detrimento do homem:
- O que é que você ainda quer saber? – pergunta o porteiro. – Você é insaciável.
- Todos aspiram à lei – diz o homem. – Como se explica que em tantos anos ninguém além de mim pediu para entrar?
O porteiro percebe que o homem já está no fim e para ainda alcançar sua audição em declínio ele berra:
- Aqui ninguém mais podia ser admitido, pois esta entrada estava destinada só a você. Agora eu vou embora e fecho-a.
sábado, 7 de maio de 2011
Sinceramente
Há Algum tempo estou em um estado morno
A vida parece um tanto quanto monótona às vezes
E ao pensar nisso sinto falta das grandes emoções que tive
Talvez esse seja somente mais um desabafo de alguém cansado da mesmisse
Então a todos aqueles que me ajudaram a sacudir a minha vida
Lá vai meu muito obrigado
Tanto para aqueles que ajudaram quanto atrapalharam
Ás vezes tudo que quero evitar e cair na rotina e fazer de conta que sou feliz
Não quero viver no quase, mas sim no tudo.
Espero tudo da vida e nada menos que isso
A vida parece um tanto quanto monótona às vezes
E ao pensar nisso sinto falta das grandes emoções que tive
Talvez esse seja somente mais um desabafo de alguém cansado da mesmisse
Então a todos aqueles que me ajudaram a sacudir a minha vida
Lá vai meu muito obrigado
Tanto para aqueles que ajudaram quanto atrapalharam
Ás vezes tudo que quero evitar e cair na rotina e fazer de conta que sou feliz
Não quero viver no quase, mas sim no tudo.
Espero tudo da vida e nada menos que isso
Alice, Inocente Alice. ( Para uma Grande Amiga...)
Alice, inocente Alice.
Quem foi que disse? Que o céu não é azul
Alice, Inocente Alice.
Quem foi que disse que a vida não é cor de rosa?
Alice inocente Alice
Quem foi que tirou da vida esse ar de charmosa
Alice, Inocente Alice.
Descobriras que um dia a vida tem seus espinhos?
Alice Inocente Alice
Sabes onde seguir? Por Quais caminhos
Alice, no final, não serás mais inocente.
Serás alguém menos contente
Porque a vida a fez assim
Alice, não tão inocente Alice
Por quanto tempo iras gostar de mim?
Alice Não tão Inocente Alice
A vida dá e nos tira tudo!
Eis esse nosso pobre fim!
Quem foi que disse? Que o céu não é azul
Alice, Inocente Alice.
Quem foi que disse que a vida não é cor de rosa?
Alice inocente Alice
Quem foi que tirou da vida esse ar de charmosa
Alice, Inocente Alice.
Descobriras que um dia a vida tem seus espinhos?
Alice Inocente Alice
Sabes onde seguir? Por Quais caminhos
Alice, no final, não serás mais inocente.
Serás alguém menos contente
Porque a vida a fez assim
Alice, não tão inocente Alice
Por quanto tempo iras gostar de mim?
Alice Não tão Inocente Alice
A vida dá e nos tira tudo!
Eis esse nosso pobre fim!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Dias Contemporâneos
Olhem para o alto e vejam o céu
Vejam as nuvens que vão la ao léu
Vejam que vida levamos hoje meu bem
Eu aqui você ai
O que aconteceu de nós também?
Hoje somos muitos
Todos próximos do Japão
Mas distantes do outro quarteirão
Hoje falamos com o Obama
Mas a Dona Aqui do lado como ela se chama?
Hoje conheço todos e não conheço ninguém
Sou amigo da humanidade
Mas não amo ninguém!
Vejam as nuvens que vão la ao léu
Vejam que vida levamos hoje meu bem
Eu aqui você ai
O que aconteceu de nós também?
Hoje somos muitos
Todos próximos do Japão
Mas distantes do outro quarteirão
Hoje falamos com o Obama
Mas a Dona Aqui do lado como ela se chama?
Hoje conheço todos e não conheço ninguém
Sou amigo da humanidade
Mas não amo ninguém!
O que eu escreverei pra você!
O que eu escreverei pra você!
O que eu escreverei pra você ?
Serei realista contigo Meu bem? O que eu Escreverei Pra você?
Falarei das noites de Verão que nunca chegaram!
Falarei das tardes em que jamais nos Amamos!
Falarei da Vida que nunca levamos
O que eu escreverei pra você
Serei realista Meu Bem
Então Saibas não tenho nada a te dizer!
O que eu escreverei pra você ?
Serei realista contigo Meu bem? O que eu Escreverei Pra você?
Falarei das noites de Verão que nunca chegaram!
Falarei das tardes em que jamais nos Amamos!
Falarei da Vida que nunca levamos
O que eu escreverei pra você
Serei realista Meu Bem
Então Saibas não tenho nada a te dizer!
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