Sentado a beira de um pouco de muita lava
Estou aqui com meu café, doce, quente
Meio dormente esta a minha mão
Esse café esta amargo quem sabe um pouco de trago
Ajudaria aqui nesse rincão
Quem quiser café doce pode vir aqui
Pois quem trouxe foi o homem lá do fim da colina
Se pensei uma vez em uma menina
Foi na Filha dele
A Ana Batista
Linda... tão e meiga e doce
Um olhar sereno de quem ainda
Não desameninou-se
Lá nos Confins da Serra
E Agora o Olhar sereno já quase que acaba
Com um pouco do Amor que ainda tenho lá no Fundo
Mas é Assim mesmo... um dia tudo Desaba
O Céu o Mar
Tudo Desmorona Como um Castelo de Cartas
E no fim o Caos Impera
Do Caos à Ordem da Ordem á Guerra
E sabemos no Fim o que nos Espera?
Talvez, mas se soubermos que graça teria o fim?
Prefiro que tudo fique mantido em segredo
Para que a vida dos homens tenha mais gosto
E os Deuses riam mais
A Desgraça Alheia não é pouca, não é boa nem má
Mas anima a vida para aquele que esta num mar de monotonia sem fim
Ai pobre de mim! esperando tudo da onde não há nada
Que vida é a nossa sempre esperando o Sol no meio da mais escura madrugada?
E agora por fim o Sol nasce
E Tudo Começa de Novo
A galinha Morre
E uma nova Galinha nasce do Ovo
E agora já vou me indo
Acabo esse poema
Antes que o Sol já vá partindo
Antes que o Sol já vá partindo