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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Café


Sentado a beira de um pouco de muita lava
Estou aqui com meu café, doce, quente
Meio dormente esta a minha mão

Esse café esta amargo quem sabe um pouco de trago
Ajudaria aqui nesse rincão
Quem quiser café doce pode vir aqui
Pois quem trouxe foi o homem lá do fim da colina

Se pensei uma vez em uma menina
Foi na Filha dele
A Ana Batista
Linda... tão e meiga e doce
Um olhar sereno de quem ainda
Não desameninou-se
Lá nos Confins da Serra

E Agora o Olhar sereno já quase que acaba
Com um pouco do Amor que ainda tenho lá no Fundo
Mas é Assim mesmo... um dia tudo Desaba
O Céu o Mar

Tudo Desmorona Como um Castelo de Cartas
E no fim o Caos Impera
Do Caos à Ordem da Ordem á Guerra

E sabemos no Fim o que nos Espera?
Talvez, mas se soubermos que graça teria o fim?
Prefiro que tudo fique mantido em segredo
Para que a vida dos homens tenha mais gosto
E os Deuses riam mais

A Desgraça Alheia não é pouca, não é boa nem má
Mas anima a vida para aquele que esta num mar de monotonia sem fim
Ai pobre de mim! esperando tudo da onde não há nada
Que vida é a nossa sempre esperando o Sol no meio da mais escura madrugada?

E agora por fim o Sol nasce
E Tudo Começa de Novo
A galinha Morre
E uma nova Galinha nasce do Ovo

E agora já vou me indo
Acabo esse poema
Antes que o Sol já vá partindo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Um pedido


Se eu pedir algo pra você , você me daria ?
Então.. lá vai meu pedido !
Quero que você me dê um instante só um instante e nada mais do que isso
Quero um daqueles instantes que dura um segundo, mas separa uma vida
Um instante que faz tudo ser outra coisa
Que faz tudo o que é igual , completamente diferente
E depois disso nada mais é como antes
Então por favor, só me dê um instante assim e nada mais

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

......


Um dia passava por uma estrada, ela parecia bem reta quase não tinha curvas, lá em algum lugar do horizonte parecia que não havia nada, mas alguma coisa brilhava, a voz da imaginação batia fundo em meu ser, ao caminhar e dar meus passos perece que a cada segundo a  apreensão crescia mais, o que vou encontrar lá?
Sabe, ninguém sabe, o fato é que no fim acabei encontrando só uma lanterna velha, bem foda-se! o que importa é que a apreensão até aquele momento foi mágica e é isso que vale o momento até o encontro, agora se o encontro vai ser bom
Dane-se a caminhada valeu apena
A caminhada valeu a pena...