domingo, 26 de janeiro de 2014
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É na saida que surge a estranheza
Antes da saida, não há antes nem depois
Com a saida surge a entrada
Surge a Abertura
Nela o surge, surge
Posso ser estranho a mim mesmo
Sou homem
Se não fosse estranho a mim mesmo
Separado entre
Mim e Mims
Entre mim e o mundo
Seria deus
Viver é estar estranho a tudo
A Invida monotona de todos os dias
O simular não estar na estranheza
Nos iludem
Nos engana
Torna a vida chata
Tornar a vida
Invivenveu,
Insossa
In-estranha
Tornar a vida
Não vida
Vivemos e nós esquecemos
Que nascemos
Vivendo esquecendo
Que um dia iremos morrer
Mas depois desse dia
Não haverá dia,
Nem antes e depois
Nem aberto e fechado
Nem eu e vc
Nem isso, Nem aquilo
Nem, Nem
Viver nisso
Nesse Buraco
Nesse surge,
Nesse surgir E desaparecer
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